terça-feira, 28 de julho de 2009

Viver



Viver é inventar o seu dia.
É desconhecer a arrogancia.
Exalar pura energia!
Fazer poemas de amor.
Devolver sorrisos.
Acreditar que o bem vence o mal sempre.
Enfeitar o coração com cores!
Conquistar amigos e ser sempre leal e fiel.
Transformar a dor em alegria.
Ser amor de coração.
Inspirar justiça.
Viver e correr atras dos sonhos, da inspiração, dos projetos.
Buscar o entendimento das coisas.
Ser sempre da paz.
Orar em agradecimento das dádivas recebidas.
Buscar o que te faz bem e aos outros também.
Amar!
Pintar o mundo com as cores que te der na telha.
Estar sempre jovem.
Viver é. Ser sempre verdadeiro.
É constantemente redescobrir as coisas belas da vida lembrando que o sorriso é o idioma universal.
Ouvir musicas que acalmem a sua alma.
Desacelerar e aproveitar o tempo, cada pequeno momento de prazer.
Lembre-se: o final não existe.
Tudo é um eterno recomeço.
Viver é simplesmente ver a vida com o coração."

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Friozinho


Socorro!!! Friozinho, chuvinha...isso pede:

Cobertor
Cama
Chá quentinho ou Chocolate quente
Um bom filme
Pipoca
Um belo cobertor de orelhas....
Delícia...

Tenham um ótimo final de semana.


sexta-feira, 3 de julho de 2009

Mudanças!!!



Parar de fumar, fazer ginástica, emagrecer.

Trabalhar menos, não trabalhar, arranjar um trabalho.

Estudar inglês, espanhol, francÊs, italiano, alemão, japonês.

Comer melhor.

Aprender a dizer sim, aprender a dizer NÃO.

Guardar dinheiro, ir ao dentista, terminar o tratamento.

Cortar doces, massas e frituras.

Viajar mais.

Amar, se apaixonar, se desapaixonar.

Morar sozinho, morar com alguém, deixar de morar com alguém.

Trocar de carro, comprar um apartamento, uma bicicleta.

Andar mais a pé.

Sair para dançar, sair com os amigos, ficar mais em casa.

Fazer um check-up, arrumar o armário, ir ao cinema.

Casar, casar de novo, casar mais uma vez.

Ter um filho.

Mudar de emprego, mudar de escola,mudar de vida.

Não importa o que você queira mudar, mude;mudar é bom, mudar faz parte da vida.

(por Kathlen Heloise Pfiffer)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

MEU NOME NÃO É JOHNNY!!!

Faz tempo que estou para postar sobre esse filme. E chegou a hora.
E fiz questão de postar porque esse um história que vale apena gastar 2 horas para apreciar.

O que mais me deixou cativada é que nesse filme mostra, que todas as pessoas merecem uma segunda chance e que podem ser recuperadas das DROGAS. Desistir é muito fácil o difícil é persistir.

“O verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar inteligente sobre nós mesmos (...)” Marguerite Yourcenar

Este foi o cartão de Natal enviado pela juíza Marilena Soares a João Guilherme Estrella em dezembro de 1996. Ele, que na adolescência tinha sido o típico garoto da zona sul carioca, na idade adulta havia se transformado no maior vendedor de drogas do Rio. Preso em 1995 e aguardando julgamento, João já havia percorrido, e ainda percorreria, um longo caminho para, finalmente, entender o que realmente continham aquelas palavras da juíza que era considerada uma das mais rigorosas do País.

É a trajetória deste João, que poderia ser a de muitos outros jovens no mundo.

A história de João Guilherme Estrella é real. Nascido em uma família de classe média do Rio de Janeiro, filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico, freqüentou os melhores colégios e tinha amigos entre as famílias mais influentes da capital carioca. João era inteligente, carismático e popular. Viveu intensamente os efervescentes anos 80 e 90. E foi exatamente nesta época de aventuras e descobertas que acabou descobrindo também o universo das drogas. Sem jamais precisar pisar em uma favela, acabou se tornando um dos maiores traficantes do asfalto carioca. Foi preso em 1995. E, em vez das animadas festas que promovia, passou a freqüentar o banco dos réus e o submundo do sistema carcerário brasileiro.

João foi até o inferno. Mas voltou. Sua história é extraordinária e expõe as ilusões, os impasses e a dor da perda de limites em busca do prazer a qualquer preço. Sua trajetória expressa a maravilhosa capacidade humana de superação e transformação. Hoje João prepara o lançamento de seu primeiro disco solo como cantor e compositor, além de trabalhar como produtor executivo de shows e eventos e de ser empresário de artistas como Ivo Meireles, Funk na Lata, entre outros.

Premiações - Ganhou 6 troféus Oscarito no Grande Prêmio Cinema Brasil, nas categorias de Melhor Ator (Selton Mello), Melhor Atriz Coadjuvante (Júlia Lemmertz), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Edição e Melhor Som. Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Ângelo Paes Leme), Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhores Efeitos Especiais.- Ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O amor que a vida traz

Você gostaria de ter um amor que fosse estável, divertido e fácil. O objeto desse amor nem precisaria ser muito bonito, nem rico. Uma pessoa bacana, que te adorasse e fosse parceira já estaria mais do que bom. Você quer um amor assim. É pedir muito? Ora, você está sendo até modesto.

O problema é que todos imaginam um amor a seu modo, um amor cheio de pré-requisitos. Ao analisar o currículo do candidato, alguns itens de fábrica não podem faltar. O seu amor tem que gostar um pouco de cinema, nem que seja pra assistir em casa, no DVD. E seria bom que gostasse dos seus amigos. E precisa ter um objetivo na vida. Bom humor, sim, bom humor não pode faltar. Não é querer demais, é? Ninguém está pedindo um piloto de Fórmula 1 ou uma capa da Playboy. Basta um amor desses fabricados em série, não pode ser tão impossível.

Aí a vida bate à sua porta e entrega um amor que não tem nada a ver com o que você queria. Será que se enganou de endereço? Não. Está tudo certinho, confira o protocolo. Esse é o amor que lhe cabe. É seu. Se não gostar, pode colocar no lixo, pode passar adiante, faça o que quiser. A entrega está feita, assine aqui, adeus.

E agora está você aí, com esse amor que não estava nos planos. Um amor que não é a sua cara, que não lembra em nada um amor idealizado. E, por isso mesmo, um amor que deixa você em pânico e em êxtase. Tudo diferente do que você um dia supôs, um amor que te perturba e te exige, que não aceita as regras que você estipulou. Um amor que a cada manhã faz você pensar que de hoje não passa, mas a noite chega e esse amor perdura, um amor movido por discussões que você não esperava enfrentar e por beijos para os quais nem imaginava ter tanto fôlego. Um amor errado como aqueles que dizem que devemos aproveitar enquanto não encontramos o certo, e o certo era aquele outro que você havia solicitado, mas a vida, que é péssima em atender pedidos, lhe trouxe esse e conforme-se, saboreie esse presente, esse suspense, esse nonsense, esse amor que você desconfia que não lhe pertence. Aquele amor em formato de coração, amor com licor, amor de caixinha, não apareceu. Olhe pra você vivendo esse amor a granel, esse amor escarcéu, não era bem isso que você desejava, mas é o amor que lhe foi destinado, o amor que começou por telefone, o amor que começou pela internet, que esbarrou em você no elevador, o amor que era pra não vingar e virou compromisso, olha você tendo que explicar o que não se explica, você nunca havia se dado conta de que amor não se pede, não se especifica, não se experimenta em loja – ah, este me serviu direitinho!

Aquele amor corretinho por você tão sonhado vai parar na porta de alguém que despreza amores corretos, repare em como a vida é astuciosa. Assim são as entregas de amor, todas como se viessem num caminhão da sorte, uma promoção de domingo, um prêmio buzinando lá fora, mesmo você nunca tendo apostado. Aquele amor que você encomendou não veio, parabéns! Agradeça e aproveite o que lhe foi entregue por sorteio.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Quem é o seu amante?


Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam.

Geralmente são essas últimas as que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores.

Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.

Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme:

"Depressão", além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.

Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que elas não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que elas precisam de um AMANTE!

É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.Há as que pensam: "Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!"

Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte: AMANTE é "aquilo que nos apaixona".

É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.

O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. Podemos encontrar o nosso amante em nosso parceiro, que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis. Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto...

Enfim, é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "ir levando".

E o que é "ir levando"?Ir levando é ter medo de viver.

É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.

Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo e se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.

Por favor, não se contente com "ir levando"; procure um amante, seja também um amante e um protagonista da SUA VIDA...

Acredite: o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.

O trágico é desistir de viver; por isso, e sem mais delongas, procure um amante ...

"PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA".

(Dr. Jorge Bucay - PSICÓLOGO - tradução do original "Hay que buscarse un Amante")

terça-feira, 2 de junho de 2009

Fita Métrica do Amor

Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.

Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.

Quero um amor assim!!!

Nossa se todas colocassem em prática esse texto muitos seriam mais felizes em seus relacionamento, perfeito.... Que o universo me ouç...