segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pensamento!!!


Muitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
PERDOE-AS ASSIM MESMO.

Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta, interesseiro.
SEJA GENTIL, ASSIM MESMO.

Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
VENÇA ASSIM MESMO.

Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo.
SEJA HONESTO ASSIM MESMO.

O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra.
CONSTRUA ASSIM MESMO.

Se você tem Paz e é Feliz, as pessoas podem sentir inveja.
SEJA FELIZ ASSIM MESMO.

Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
DÊ O MELHOR DE VOCE ASSIM MESMO.

Veja que, no final das contas, é entre você e DEUS,
Nunca foi entre você e as outras pessoas.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ser Feliz!



Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de você. É ter maturidade para falar: "Eu Errei". É ter ousadia para dizer: "Me Perdoe". É ter sensibilidade para confessar: "Eu Preciso De Você".

Ser feliz é ter a capacidade de dizer: "Eu Te Amo".

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Generosidade masculina


É tão generalizada a visão de que os homens na maior parte são egoístas, gananciosos e só pensam em si que fico até constrangido em tentar mostrar alguns fatos e dados que colocam essas generalizações ofensivas em xeque. Antigamente, um dos critérios que as mulheres usavam para escolher seus pares era justamente a generosidade masculina. Elas ficavam muito atentas para detectar homens generosos, aqueles que pagavam a conta num jantar (dele e dela). Aqueles que as levavam a lugares caros, um teatro ou concerto, os que davam flores todos os dias, jóias e presentes caríssimos. Elas sabidamente procuravam um par que estivesse ganhando muito mais do que precisava para viver sozinho. Que tivesse excedentes quando solteiro e, por conseguinte, dinheiro de sobra para cuidar de mais pessoas no futuro. Portanto, casavam-se com homens que não iriam se sentir mais pobres depois da lua-de-mel e que não reclamariam todos os dias dos gastos da mulher. Casavam-se com homens acostumados a gastar mais com os outros do que consigo.

Não é coincidência que "generosidade" advenha do próprio termo "gênero". Pode-se argumentar que a generosidade masculina é uma conseqüência da ação feminina, que não é mérito dos homens. Mas afirmar que os homens são todos canalhas e egoístas como encontramos em alguns textos acadêmicos não confere com os fatos. Infelizmente, esse método de seleção passou a ser considerado politicamente incorreto. A generosidade masculina passou a ser considerada mais uma forma de opressão machista ou uma forma de suborno para obter algo em troca. Ativistas defenderam o direito de igualdade na hora de pagar as contas, em vez de defender a generosidade recíproca, ou o altruísmo recíproco, que seria a causa mais correta. Hoje, a maioria das mulheres trabalha, e o critério agora vale para os homens também. Certamente, eles estão atentos àquelas que gastam bem menos do que ganham, que dão presentes caríssimos ao namorado, que pagam o jantar para ambos, em vez de simplesmente dividir a conta.

As mulheres de hoje foram induzidas a se casar com homens menos generosos, egoístas de fato, e o resultado está aí. O número de casamentos fracassados e divórcios não parou de subir nos últimos trinta anos. A briga de casal por causa de dinheiro é uma das três principais razões para a separação. Mas há uma segunda conseqüência ainda mais nefasta. Os homens passaram a gastar não mais com as mulheres por quem se apaixonam, mas consigo. Passaram a comprar canetas Montblanc, sapatos e roupas de grife, em vez de rosas e presentes caros para elas. Continuaram tentando mostrar às mulheres que eles ganham muito mais do que precisam para viver, razão pela qual as mulheres os adoram mesmo assim. Continuam usando o mesmo critério de seleção, mas de uma forma equivocada.

Em nome de uma ideologia, transformaram o homem generoso de antigamente no homem narcisista de hoje. Toda essa ostentação e esse consumo supérfluo não são fruto do "capitalismo neoliberal" nem do "mercado de consumo", mas de uma visão equivocada do que é "politicamente correto" nas relações de gênero. A generosidade masculina deixou de ser o critério de seleção que era. Em suma, deu-se um tiro no pé. A nova geração de mulheres saiu perdendo, pois, uma vez casadas, descobrem que terão enormes dificuldades em convencer seus mauricinhos a trocar aquele Audi A4 por um carrinho de bebê quando a paternidade chegar. Se você pretende se casar com um homem inteligente, competente e generoso e que não vai controlar eternamente os seus gastos, procure os homens sob a ótica antiga. Aqueles que ganham mais do que precisam para viver, os que são extremamente generosos com relação ao dinheiro. Hoje, o mesmo critério se aplica a uma mulher. Você terá um marido ou esposa inteligente, um pai carinhoso e uma mãe precavida, uma vida financeira sem sustos e, o mais importante, sem dívidas para infernizá-los.

(artigo de Stephen Kanitz - www.kanitz.com.br)