terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Pensamentos

Relâmpagos... ou a difícil arte de escrever
Idéias são como relâmpagos. Como descargas elétricas, elas iluminam intensamente algumas regiões de nosso cérebro, mas o fazem por instantes tão rápidos que muitas vezes mal temos tempo de vislumbrar o que a claridade nos revela.


Na ausência de relâmpagos vibrantes, muitas vezes o nos que resta a fazer é mergulhar num abismo escuro à cata de tesouros perdidos. É quando a gente se revira pelo avesso em busca de algo que valha a pena destacar. Se não para os outros, pelo menos pra gente mesmo. Mas ao fim e ao cabo, o ato de escrever tem o fito de permitir a quem lê a descoberta de verdades conhecidas, só que por ângulos diversos e inovadores. Escrever, afinal, é sempre um ato de provocação. Se o conseguimos, ótimo. Caso contrário, o jeito é esperar pelas tempestades...

Primeira postagem...complicada...o que escrever, o que dizer e o que pensar...são tantas coisas....

Sem medo de perder...faz parte da nossa vida...perdermos e ganhamos.

Chega o final de ano, e a gente se projeta pro futuro de uma forma um pouco vacilante: por um lado, nosso espírito está voltado para a renovação, para investir em planos inéditos, combater nossas carências. É como se pudéssemos, de um dia para o outro, zerar o que foi vivido e nascer de novo.Por outro lado, temos dificuldade em dar essa zerada, porque isso significaria abrir mão de algumas coisas, libertar-se do que não está dando certo, e o desapego não é uma prática corriqueira entre nós. O ideal seria que o novo ano nos recebesse de portas escancaradas para que passássemos com toda nossa bagagem, porém a porta não é tão escancarada assim. Não dá pra trazer tudo com você. Principalmente se você está tão repleto de desejos novos. Para que possamos receber o novo, é preciso deixar pra trás desejos antigos, sonhos frustrados. É preciso estar disposto a perder. Como é que eu vou abrir espaço para novos acontecimentos e emoções na minha vida se consigo me despedir do que mudei no passado?Adeus ano velho. Foi ótimo, foi péssimo, foi fácil, foi difícil, me dei bem, me machuquei, teve de tudo. As emoções boas naturalmente irão se acomodar na minha mochila e vir comigo, e o que foi ruim pode ser transformado em aprendizado e vir também, mas alguma coisa terá que ficar pelo caminho. É como doar as roupas que já não usamos para poder liberar as gavetas.E tem as relações afetivas e amorosas que já não correspondem ao esperado. Você não vê mais graça em brigar, não quer se acostumar com a dor, com as agressões que o coração sofre, mas como deixar o ringue depois de tudo o que foi investido, de tanto sentimento que não foi inventado, mas que existiu de fato? Pra responder a essa questão e deixar como mensagem de fim de ano, “Meus votos para todos".


Abraços e até amanhã.

Espero que gostem.




4 comentários:

  1. Bem vinda ao mundo do Blog amiga...

    Bjosss!!!

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  2. Oi minha Blogueirinha Emo..digo Ema...
    Só para vc ver como sou legal...eis-me aqui visitando seu Blog...
    Bjokas pra vc e lambidas pra Leona.
    Alex

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  3. Blogueirinha...kd o texto novo?
    Deu preguiça é? Ihhhhhhhhhhhh........só eu vou escrever aqui??????
    Bju.
    PUGuento - O PUG

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  4. É verdade, é muito difícil a gente se desprender das nossas coisas, nossos costumes, rotinas, até das coisas que estão dando errado é difícil se desapegar delas. Eu acho que o caminho é esse mesmo, levar o que foi bom na bagagem e pelo menos um pouquinho do que foi ruim, teremos que ter coragem para nos livrarmos disso.

    Beijos

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